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INCA quer proibição de comércio de cigarros com filtros

Posicionamento publicado pelo Instituto denuncia danos à saúde e ao meio ambiente causados por esses produtos



O Instituto Nacional de Câncer (INCA) defende a proibição do comércio de cigarros com filtros, argumentando que os filtros não tornam os cigarros mais seguros e podem, na verdade, mascarar a percepção de risco. A posição do INCA está alinhada com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que aponta que os filtros não reduzem os malefícios do tabaco e podem até incentivar o consumo, dando uma falsa sensação de segurança.

A iniciativa visa reduzir os danos causados pelo tabagismo, que é a principal causa de morte evitável no mundo e um fator de risco para diversos tipos de câncer. O INCA destaca que a indústria do tabaco tem historicamente utilizado os filtros como uma estratégia de marketing para promover a ideia de que seus produtos seriam menos prejudiciais, o que é desmentido por evidências científicas.

A proibição dos filtros seria mais uma medida para fortalecer a política de controle do tabaco no Brasil, que já é reconhecida internacionalmente por suas leis rigorosas. O objetivo é diminuir a atratividade do cigarro, especialmente para jovens, e desestimular o consumo, contribuindo para a saúde pública e a prevenção de doenças relacionadas ao tabagismo.

 
 
 

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